António Mello era um homem solitário. Na procura do tão necessário
equilíbrio na sua vida, encontrou no interior de Portugal um refúgio temporário ao que o abominava e perturbava em Lisboa, onde vivia e trabalhava. Ali, numa pequena e esquecida aldeia de Trás-os-Montes, a proximidade ao essencial e à natureza, a possibilidade de vivenciar o tempo lento, e a criação do ritmo de vida que necessitava, traziam-lhe a tão procurada e necessária solitude.
Toda uma mediocridade social o impeliam a esse isolamento. Habituado à reflexão e ensinamentos do silêncio, vê esta sua rotina naquele pedaço de ermo do mundo, assim como um conjunto de certezas profundas, abaladas por aquilo que julgava não ser mais possível – o amor. António vê-se a partir daquele momento obrigado a confrontar-se, não só com coisas que nunca sentiu, mas principalmente com forças que desconhecia existir.
Numa narrativa de amor e perda, uma reflexão existencialista emerge ao longo de várias fases da vida de António, onde as forças indomáveis e únicas da natureza humana imperam numa vivência sustentada por uma história terna de amor.

A Aldeia da Solitude (Edição em capa dura) de Diogo S. Teixeira

15,00 €Preço

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